terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dia da Consciência negra


Trabalhar a diversidade na escola não tem dia certo, mas trabalhar no dia 20 de novembro ( dia da consciência negra) já é um bom começo. Precisamos mostrar aos nossos alunos a nossa diversidade e principalmente valorizar essa diversidade.

Abaixo, postei alguns textos sobre o assunto, contos, poesia e molde para trabalhar a valorização do negro.

Espero que gostem!
liamelquides

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Consciência negra: valorizar a identidade

Texto Bruna Nicolielo, Marina Azaredo e Mayra Raizi


O que é o Dia da Consciência Negra? Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra homenageia e resgata as negras raízes do povo brasileiro. Escolhido por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ele é dedicado à reflexão sobre presença do negro na sociedade brasileira. "O Dia da Consciência Negra sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo", explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista. 

O dia da Consciência Negra também põe em pauta a importância de discutir atemática negra na escola. A inclusão de assuntos ligados à África e ao povo negro na educação formal é uma das estratégias para reconhecer a presença desse grupo na história do Brasil - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE, mas os chamados "pardos" chegam a um número próximo da metade da população brasileira. Não à toa, escolas e instituições diversas já reconhecem a importância de trabalhar a cultura negra em seu dia a dia. 

Hoje, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos em seu currículo. Além disso, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada no âmbito escolar. "A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural nos PCNs. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", conclui. Estratégias simples, como a introdução de bonecas negras, podem ter um efeito positivo para reforçar aidentificação cultural dos alunos negros. "Revelar a África pela própria visão africana também surte efeito. O continente produz cultura, histórias e mitologia, o que a perspectiva eurocêntrica não nos deixa ver", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo. 

Veja a seguir como pais e professores podem fazer sua parte na valorização da Consciência Negra.

Leia mais: Filme que traça panorama da história dos negros no Brasil ajuda professores a abordarem a cultura africana na escola 

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Um exemplo de trabalho e valorização


O projeto "Um Pouco de Nós, Um Pouco da África", desenvolvido há cinco anos na Escola Estadual Bibliotecária Maria Luisa Monteiro da Cunha, de São Paulo, por exemplo, estimula os alunos do ensino fundamental I a refletirem sobre suas origens, abordando questões que vão muito além da escravidão. A iniciativa valoriza a oralidade e a arte africana a partir do resgate da cultura do continente e da discussão de sua contribuição para a formação da identidade culturalbrasileira. Durante o trabalho, os professores familiarizaram os alunos com a literatura africana e incentivaram a leitura e a escrita. "As crianças confeccionaram bonecas negras, o que foi um tiro certeiro. A partir delas, eles criaram histórias e, ao levar as bonecas para casa, envolveram as famílias no trabalho", conta Lurdes Ribeiro, coordenadora da escola, que tem aproximadamente 50% de alunos negros e pardos. Após cinco anos, o resultado é, segundo Lurdes, uma valorização dos negros enquanto cultura e etnia. "Alunos que não se assumiam negros passaram a se assumir. E quem não é negro passou a valorizar essa cultura da qual fomos privados por tanto tempo". O projeto finalista do 4º Prêmio Educar para a Igualdade Racial, organizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert).

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Consciência negra no espaço


Além de inserir a questão da igualdade racial no currículo e nos temas debatidos em sala de aula, transformar o espaço da escola é uma boa maneira de construir uma identidade que inclua os negros. No Colégio Vértice, em São Paulo, o Projeto África mudou a cara da escola no sábado, 7 de novembro. Depois de um ano inteiro trabalhando com o tema África, os alunos organizaram um Safári Cultural, uma exposição interdisciplinar aberta ao público com enfoque em aspectos distintos da cultura brasileira e da cultura afro-brasileira. "Os alunos estudaram temas relativos ao passado e ao presente da África e expuseram os trabalhos do ano inteiro", conta Adilson Garcia, diretor da escola. Apresentações de música e dança e palestras também fizeram parte do Sáfari. "Quando se fala em África, vem todo um preconceito, um desconhecimento. Por isso, é preciso mostrar visualmente a diversidade cultural do continente", completa Garcia.

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Consciência negra nos materiais didáticos

A oferta de materiais didáticos que contemplem o negro já foi bem pequena, mas tem crescido nos últimos anos. "Ainda é preciso usar muito material alternativo, mas a oferta tem crescido gradativamente, principalmente entre as grandes editoras", afirma Antonio Carlos Billy Malachias, coordenador do Programa de Educação e Políticas Públicas do Ceert. Finalista da 4ª edição do Prêmio Educar para a Igualdade Racial, a professora Ellen de Lima Souza, da Escola Orbe, de Marília (SP), utilizou o livro O Menino Marrom, de Ziraldo, para tratar o tema da igualdade racial nas turmas de Educação Infantil. Os alunos reconstruíram a personagem confeccionando um boneco em sala de aula e criaram finais diferentes para a história de Ziraldo. Como resultado, a temática das relações étnico-raciais passou a ser mais valorizada na escola como um todo. Assim como livros, também há jogos e brincadeiras que podem ser usados para ampliar os conhecimentos dos alunos sobre a cultura africana. Um dele é o yoté, um jogo de estratégia muito popular na região oeste da África que desenvolve o raciocínio e a capacidade de observação.

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Consciência negra no conteúdo


Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN)) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada na escola. Além disso, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", explica Roseli Fischmann, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre este tema nos PCNs.

Há muitas possibilidades para enriquecer o aprendizado por meio da inserção da cultura negra africana. "Uma das estratégias no ensino fundamental e médio é revelar a África pela própria visão africana", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos em Educação da Universidade Metodista de São Paulo. "Nesse sentido, trabalhar mitos de fundação africanos surte muito efeito, pois isso mostra que a África tem uma histórica contada por ela mesma", completa. Além dos mitos, é possível explorar aspectos históricos, como a contribuição dos negros na alimentação do Brasil e sua influência nas palavras da nossa língua. Revelando aos alunos a riqueza da cultura africana para além dos estereótipos é possível combater preconceitos dos alunos brancos e reforçar a auto-estima dos estudantes negros.

Apesar da obrigatoriedade e da multiplicidade de enfoques, a visão europeia ainda predomina em muitas das escolas brasileiras. Prova disso é a quase inexistência de bonecas negras na Educação infantil ou quantidade limitada de livros infantis e infanto-juvenis que trazem negros como protagonistas. "Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli. Ainda que a lei obrigue a escola a valorizar temáticas de origem africana, ela é solenemente ignorada na escola, acredita Oswaldo, da Metodista. "Toda história sobre a África é feita com representações eurocêntricas, a partir de um viés europeu. Isso favorece preconceitos e a invisibilidade dos povos africanos", explica.
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Consciência negra no dia 20 de novembro

O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. Trata-se de um feriado facultativo, mas mais de 400 cidades brasileiras já aderiram, segundo a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR, do governo federal. A escola pode fazer sua parte, assinalando que se trata de mais que um mero feriado e sim de uma conquista importante para uma parte representativa da população brasileira - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE. Os chamados "pardos", no entanto, chegam a um número próximo da metade da população. "O dia 20 sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo", explica Roseli Fischmann.

A lembrança de temáticas relacionadas à cultura negra deve estar presente no decorrer de todo o ano letivo, como preveem os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e a legislação brasileira. "Não podemos limitar a história da África a um dia ou uma parte do ano. Vejo o Dia da Consciência Negra como ápice do trabalho feito o ano todo", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos e Educação da Universidade Metodista de São Paulo. Para ele, comemorar a data na escola com festa e com música, depois de um período de preparação, pode ser uma boa iniciativa para criar espaços de igualdade entre os alunos e reforçar a importância da efeméride. "Comemorar é trazer à memória, celebrar a memória de forma comunitária", acrescenta.
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Consciência negra na lei


Em 2003, a lei nº 10.639/03, tornou obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira em todas as escolas de ensino fundamental e médio do país. A imposição se aplica a instituições públicas e privadas. A partir da sanção dessa lei, as escolas brasileiras passaram a ter que implementar o ensino da cultura africana, da luta do povo negro no país e de toda a história afro-brasileira nas áreas social, econômica e política. O conteúdo deve ser ministrado transversalmente, em todo o currículo escolar, com ênfase nas áreas de História Brasileira, Educação Artística e Literatura. "Essa lei é uma reivindicação muito antiga e altera a Lei de Diretrizes e Bases", afirma Roseli Fischmann, coordenadora do grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), professora da USP e da Universidade Metodista de São Paulo. "A legislação faz justiça à contribuição que esse grupo esquecido, mas importante, deu ao país", explica ela, que também é expert da Unesco para a Coalizão Internacional de Cidades contra o Racismo e a Discriminação. Segundo Roseli, a lei é um passo importante para o reconhecimento presença histórica dos negros no Brasil e no combate ao racismo. "Uma das formas de discriminar um grupo é silenciá-lo, tornando-o invisível. Isso aumenta o desconhecimento e estimula o preconceito e ignorância".


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Consciência negra na literatura infanto-juvenil


Inserir a temática negra no currículo escolar é uma forma de combater a discriminação, apontam especialistas. Pais e professores também podem ajudar a reforçar a identidade cultural de crianças e jovens negros escolhendo livros e brinquedos com essa temática. "Esses materiais didáticos podem ser introduzidos na primeira infância, quando a criança começa a brincar", diz Oswaldo, da Metodista. Assim a criança vai automaticamente entender e até apreciar as diferenças. "É preciso naturalizar esse processo", conclui.




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Menina Bonita do Laço de Fita

Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto.
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos.
E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha. Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...

[de Ana Maria Machado, livro.
ilustração: Claudius]
www.palmares.gov.br

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CONTANDO HISTÓRIAS: O MENINO MARROM


Pelo tipo de coisa que aconteceu aquele dia na escola, eles já estavam no primeiro grau. Sem dúvida: estavam. Foi uma tarde, os dois brincavam com suas cores, quando o menino marrom misturou todas as tintas que tinha na caixinha de aquarela, todas as cores do arco-íris.
E aí, sabe o resultado que deu? A mistura das cores todas deu um marrom. Um marrom forte como o do chocolate puro. O menino marrom olhou para aquela cor que ele tinha inventado e falou: “Olha aí, é a minha cor!”

Os olhinhos do menino cor-de-rosa brilharam como eles brilhavam diante de suas descobertas. E ele disse: “Sua cor é a soma de todas as cores!”
O menino marrom ficou todo feliz. Criou sua cor e achou que era bom.
Justo no dia seguinte, na escola, a tia levou toda a turma para o laboratório do colégio para dar algumas explicações sobre cores. Quando os dois souberam que assunto era cor, ficaram, muito excitados. É que eles iam revelar aos coleguinhas sua grande descoberta. 

“Eu chego e conto?” perguntou o menino cor-de-rosa.  

“Não” disse o menino marrom. 

“Deixa a professora falar primeiro, depois nós damos o nosso show.”

Eles estavam convencidos de que iriam brilhar na visita ao laboratório da escola. E, enquanto todo mundo ria, falava, mexia nas cores, acendia luzes, desligava projetores, eles estavam caladinhos num canto num canto para fazer a grande revelação na hora exata.

Aí, chegou a hora. A professora resolveu mostrar para eles o Disco de Newton. Todo mundo conhece o Disco de Newton, não é verdade? Todo mundo já foi ao laboratório da escola, certo? Ou sua escola não tem laboratório.
Bem, essa é uma outra história e é o Ministério da Educação que tem que resolver. Deixa a gente contar a nossa, que felizmente tem um laboratório instalado na escola. E ali tinha o Disco de Newton.


O Disco de Newton é o seguinte: um pequeno círculo de metal, plano como um disco comum, dividido em raios (como uma roda de bicicleta). São sete espaços entre os raios, cada espaço com uma das cores do arco-íris. O disco gira em pé, como uma pequena roda-gigante, tocado por uma manivela. Você toca a manivela bem depressa, o disco vai girando, girando e aí, o que acontece com as sete cores? O quê?



Isto é o que os meninos iam descobrir naquela manhã, na escola. A professora mostrou o disco para eles – tinha uns meninos pequenininhos, tão agitadinhos que nem estavam ligando para aquela história – e perguntou: “Se eu misturar todas essas cores, o qeu é que elas viram?”

O menino marrom gritou, rápido: “Viram marrom!” E olhou orgulhoso para os outros. Só que ele esperava aplausos e levou o maior susto. A professora disse: “Não.” E continuou: “Vejam: eu vou rodar este disco bem depressa e vou misturar todas as cores nesta rodada. Prestem atenção, fiquem de olho no disco.”

E todos prestaram atenção. O disco foi girando, girando, e de repente, ficou todo branco. E a professora explicou: “Viram? O branco não é uma cor. O branco é a soma de todas as cores em movimento.”
“Com esta eu não contava” falou o menino marrom.
“Nem eu” falou o menino cor-de-rosa.

Os dois voltaram para casa calados, com a cabecinha fervendo. 
A coisa tinha ficado desse jeito: se misturar todas as cores e elas não girarem, elas ficam marrom. Se misturar todas cores – em parte iguais _ e bota-las para rodas, elas viram o branco.
Estava tudo assim, quando, de repente, o menino marrom falou para o menino cor-de-rosa: “Quer dizer que eu sou todas as cores paradas e você é todas as cores em movimento?”
O menino cor-de-rosa pensou um pouco e respondeu: “Só um detalhe: eu não sou branco!”
Pronto. Agora, é que as coisas complicaram de vez... 







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DIVERSIDADE Autora: Tatiana Belinky


Um é feioso,
Outro é bonito
Um é certinho
Outro, esquisito

Um é magrelo
Outro é e gordinho
Um é castanho
Outro é ruivinho

Um é tranqüilo
Outro é nervoso
Um é birrento
Outro dengoso

Um é ligeiro
Outro é mais lento
Um é branquelo
Outro sardento

Um é preguiçoso
Outro ,animado
Um é falante
Outro é calado

Um é molenga
Outro forçudo
Um é gaiato
Outro é sisudo

Um é moroso
Outro esperto
Um é fechado
Outro é aberto

Um carrancudo
Outro ,tristonho
Um divertido
Outro, enfadonho

Um é enfezado
Outro é pacato
Um é briguento
Outro é cordato

De pele clara
De pele escura
Um ,fala branda
O outro, dura

Olho redondo
Olho puxado
Nariz pontudo
Ou arrebitado

Cabelo crespo
Cabelo liso
Dente de leite
Dente de siso

Um é menino
Outro é menina
(Pode ser grande ou pequenina)

Um é bem jovem
Outro, de idade
Nada é defeito
Nem qualidade

Tudo é humano,
Bem diferente
Assim, assado todos são gente

Cada um na sua
E não faz mal
Di-ver-si-da-de
É que é legal

Vamos, venhamos
Isto é um fato:
Tudo igualzinho
Ai ,como é chato!
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BOM TRABALHO!!!

Oliver Twist

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FONTE: ANDREIA BERRETTA - PROFESSORES SOLIDÁRIOS.
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Como produzir textos argumentativos com o filme "Oliver Twist"

oliver twist. Foto: Divulgação
Introdução
Na Inglaterra vitoriana, Oliver Twist é um órfão entre os milhares que sofrem com trabalhos forçados e fome. Em Londres, ele é recolhido pelo bandido Fagin, que comanda um grupo de pequenos marginais. Quando Oliver conhece o Sr. Bronlow, um bondoso homem que se dispõe a ajudá-lo, Fagin teme ser delatado e planeja retomar o garoto armando um roubo à casa de seu benfeitor. "Baseado no livro clássico homônimo de Charles Dickens (1812-1870), Oliver Twist fornece questões importantes para uma boa aula de produção textual", afirma o professor Eduardo Casanova, da EMEF Celso Leite Ribeiro, em São Paulo.

Objetivo
Estabelecer relações entre obras literárias que tratam dos jovens trabalhadores no século 19 e o cinema.

Conteúdos
Leitura de clássicos da literatura mundial e produção de textos argumentativos.

Trechos selecionados
O início, quando Oliver, aos 9 anos, aparece trabalhando no depósito de carvão (4m21s a 7m09s), a cena que mostra o personagem, já recolhido pelo grupo de bandidos comandado por Fagin, na hora do jantar (32m05s a 34m06s), e o trecho que mostra sua iniciação no roubo nas ruas de Londres (44m44s a 47m36s).

Atividades
Exiba as cenas indicadas acima e diga que o filme é uma adaptação de um clássico do romancista inglês Charles Dickens. Indique a leitura de trechos do próprio Oliver Twist que tratam de temáticas relacionadas ao trabalho e à alienação. O capítulo inicial de Oliver Twist (clique aqui para ler) serve como introdução ao personagem e o capítulo 8 mostra quando Oliver chega a Londres. Após as leituras, discuta as duas obras com a turma e peça que produzam um texto argumentativo sobre a relação entre os textos lidos e o filme.

Avaliação
Observe o desempenho da garotada durante as discussões e a capacidade de argumentação, além da coerência e da coesão, no texto redigido individualmente.
Professor Eduardo Casanova
professor da EMEF Celso Leite Ribeiro, em São Paulo

http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/producao-textos-argumentativos-oliver-twist-639089.shtml

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET - INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

NOME________________________________nº________SÉRIE__________DATA:___/___/___

TRABALHO DE LÍNGUA PORTUGUESA PROFª. LIA - 4º BIMESTRE
01. Qual o nome da obra e Qual o nome do autor?
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02. Onde e em que ano se passa a narrativa?
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03. Qual o nome do protagonista da história?
_______________________________________________________________________________
04. Cite o nome de 5 personagens da história:
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05. Coloque na sequência cronológica da narrativa:
( ) Hugo notou um pedaço de papel dobrado sobre a mesa. (…) Hugo virou o papel. Tinha mais uma frase:”Seu caderno não foi queimado.”
( ) O velho recolheu tudo que caíra dos bolsos de Hugo, incluindo o caderninho.
( ) Do seu esconderijo atrás do relógio, Hugo podia ver tudo.
( ) Naquele momento, Hugo viu Isabelle por trás dos ombros velhos do velho, quando ela se ergueu de trás do balcão. Ela se adiantou até a frente da loja e levantou devagar uma das mãos.
Estava segurando o caderno.
( ) Sem relaxar o aperto no braço do menino, o velho agarrou o caderninho, levou-o para longe do alcance de Hugo, abriu e o folheou. Uma página chamou sua atenção.
06. Por que Hugo precisava do caderno?
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07. Qual era a profissão do pai do Hugo e o que aconteceu com ele?
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08. Quem era Georges Méliès?
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09.Hugo foi pego novamente e levado ao gabinete do inspetor da estação, mas Isabelle e seu tio também estavam lá e iriam ajudá-lo.O sr. Georges pediu para que Hugo contasse tudo o que sabia para o inspetor. O que Hugo contou?
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10.Quanto tempo passou desde o ocorrido no gabinete do inspetor até receberem um convite da Academia Francesa de Cinema?
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11. O que aconteceu na Academia Francesa de Cinema?
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12. O que aconteceu com Hugo e qual era seu novo nome?
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13. Como nasceu a história de Hugo Cabret, segundo o autor da obra?
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14. Verossímil= semelhante à verdade.Coerente o suficiente para passar por verdade.(http://pt.wiktionary.org/wiki/). Você acha essa história verossímil? Explique.
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“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.”Bill Gates

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Como fazer currículo


curriculum vitæ (do latim trajetória de vida), também abreviado para CV ou apenas currículo (por vezes utiliza-se o termo curricula, como forma no plural do termo) é um documento de tipo histórico, que relata a trajetória educacional e/ou acadêmica e as experiências profissionais de uma pessoa, como forma de demonstrar suas habilidades e competências. De um modo geral ocurriculum vitae tem como objetivo fornecer o perfil da pessoa para um empregador, podendo também ser usado como instrumento de apoio em situações acadêmicas.
curriculum vitae é uma síntese de qualificações e aptidões, na qual o candidato a alguma vaga de emprego descreve as experiências profissionais, formação acadêmica, e dados pessoais para contato. Ainda é a forma que muitas empresas usam para preencher vagas de emprego.
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l0 dicas de conteúdo para criar um modelo de curriculum caprichado

Quando alguém for analisar se deve ou não contratar você, ou chamar você para uma entrevista, existe um determinado conjunto de informação que essa pessoa precisa ter à mão – e cabe a você encontrar este ponto de equilíbrio, sem deixar faltar nenhum dado essencial, nem colocar informações desnecessárias que possam prejudicar a análise.


Siga as seguintes dicas:
1 – Nada de pressa. Prepare-se para dedicar algum tempo à tarefa de criar o seu currículo – ele não vai ficar pronto em 10 minutos, e certamente será um tempo bem empregado.
2 – Faça um diagnóstico. Procure se informar (no site da empresa, na imprensa ou de outra forma) sobre o que fazem as empresas para as quais você vai entregar o currículo, e que tipo de profissionais elas procuram. Escreva os currículos dando destaque às características que você tem e que se adequem ao perfil que a empresa deseja.
3 – Seja original. Para se inspirar, não há problema em ver modelos de currículos divulgados na imprensa ou em sites especializados, mas não os copie. Lembre-se que o seu avaliador provavelmente vai receber vários outros iguais a aquele modelo, e tudo o que você NÃO quer é ser apenas “mais um”
4 – Seja localizável. As informações de contato são essenciais. Elas devem vir no alto, em destaque, na primeira folha. Não procure ser mais extensivo do que o necessário: para a minha análise, basta ter o nome completo, telefone fixo, telefone celular e e-mail (todos devem estar atualizados e corretos). Informar múltiplos telefones fixos ou múltiplos e-mails deve ser evitado, a não ser que você tenha uma boa justificativa – o mínimo que se espera de um possível contratado é que ele consiga decidir qual o seu telefone e o seu e-mail de contato.
5 – Tenha um foco. Se você está procurando ao mesmo tempo uma colocação como professor de violão clássico e como programador web, faça um currículo separado para cada uma das vagas, sem misturar neles as aptidões tão diferentes entre si. Mas não tenha medo de mencionar (mas aí como nota adicional, sem destaque) no currículo para uma vaga técnica as suas aptidões artísticas ou humanas, ou vice-versa – as empresas não contratam robôs, e muitas vezes têm interesse em saber desde cedo como é a pessoa (e não apenas o profissional) que está contratando. O mesmo vale para atividades extra-curriculares, trabalhos voluntários e outros “extras”.
6 – Seja claro, direto e verdadeiro. Um ponto essencial é incluir a informação correta e completa, de forma direta e concisa. Tentar mascarar informações que a empresa vá descobrir depois é um risco desnecessário, e pode levar a uma posterior avaliação negativa simplesmente pelo fato de você ter tentado.
7 – Escreva de maneira informal, mas corretamente. Leia e releia, remova os erros de ortografia e gramática. Pontue, acentue. Entregue para alguém revisar, e verifique inclusive os dados e números. A última coisa que você quer é que o seu telefone de contato esteja errado. A penúltima coisa que você quer é que a presença de erros de digitação levem o seu avaliador a acreditar que você não é zeloso, ou que escreve mal.
8 – Seja seletivo. Dificilmente o seu avaliador desejará saber onde você fez o pré-escolar, ou o estágio obrigatório para se formar no segundo grau. É provável que ele queira saber se você fez cursos de informática ou de formação profissional em alguma área, mas o número de vagas para as quais é relevante a informação de que você fez curso de piano quando tinha 12 anos é bastante limitado. Incluir este tipo de detalhe no currículo é praticamente uma confissão de que o candidato não tem nada de mais relevante para informar, ou que não tem discernimento do que é importante. Duas boas razões para sair da pilha dos currículos que serão chamados para a entrevista…
9 – Inclua o essencial. Em um bom currículo, não podem faltar as informações de contato atualizadas, uma caracterização sobre você (nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos) dados sobre as experiências profissionais recentes (empregos, estágios – incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo), a formação acadêmica (com detalhes apenas sobre as mais relevantes), e outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em cursos e eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…) e outros itens, desde que sejam relevantes para a vaga pretendida!
10 – Capriche no visual. Claro que a parte mais importante do seu currículo é o conteúdo, mas você definitivamente não deseja causar má impressão. Imprima com capricho, e entregue originais (e não xerox) do seu currículo em cada empresa. Se você tiver que corrigir alguma coisa, simplesmente edite e imprima de novo, nada de alterar escrevendo com esferográfica sobre o seu original desatualizado. Lembre-se que se você caprichar, o seu currículo pode ser o primeiro contato que a empresa terá com você. Mas se você não caprichar, é provável que ele seja o último.
E lembre-se sempre: nada de excessos. A sabedoria está no equilíbrio!


MODELO DE CURRÍCULO PARA INICIANTES
(Sem experiência profissional)



MARIA MADALENA
Dados pessoais
Brasileira, solteira, 17 anos.

Rua Itapevi, 305, 

SP

Telefone: xxxx.xxxx

e-mail: mariamadalena@hotmail.com


Objetivo

Cargo: Estágio em Técnico de Informática


Formação

Colégio Liceu Camilo Castelo Branco

Ensino Médio Técnico em Informática

Cursando o 3º ano no período da manhã


Qualificações

- Inglês – intermediário ( D Idiomas – cursando)

- Conhecimento técnico em informática e execução de tarefas diversas como: desenvolvimento de programas, organização de banco de dados, criação de sites para internet, desenvolvimento de projetos de computação gráfica entre outros.


Perfil Profissional

Sou atualizada, atuo de forma responsável, sou participativa, empreendedora no desenvolvimento de atividades tecnológicas ligadas à Informática.
Sou criativa, apresento facilidade de adaptação e estou sempre aberta a mudanças.


Salário
A combinar


São Paulo, maio de 2011.










10 dicas de visual e formatação para criar um modelo de curriculum caprichado


 Resumo da ópera é que ao mesmo tempo em que você deseja que seu conteúdo seja lido e entendido, você não quer correr o risco de ser visto como “mais um”, ou que seu avaliador tenha a impressão de que você não se aplicou o suficiente na preparação do currículo. Mas você também não pode correr o risco de se destacar negativamente por cometer exageros na sua composição, ou por fazer com que a forma do currículo chame mais atenção do que o conteúdo. Vamos às dicas, que se concentram nos erros comuns que você deve evitar.
  • 1 – Não seja “mais um”. Fuja dos modelos de currículo pré-fabricados e dos sites que preenchem os currículos automaticamente para você: você não deseja que o seu avaliador veja você como “mais um”. Pelo contrário, você quer se destacar, e precisa fazer isso sem perder a linha. Não há problema em consultá-los, estudá-los ou mesmo em adotar algumas idéias deles, entretanto.
  • 2 – Não use papéis extravagantes. Se você deseja investir na qualidade do papel de seu currículo, escolha um papel de boa qualidade, mas branco, liso e em formato A4. Peça na papelaria por papel A4, gramatura 90 g/m2. Texturas, cores, marmorização e outros “diferenciais” nem sempre passam a mensagem que você gostaria que passassem.
  • 3 – Não inclua uma folha de rosto. É um currículo, e não um relatório escolar! 
  • 4 – Não desperdice esforços com uma capa ou envelope especiais. Não há nada de errado com eles, mas tende a ser esforço desperdiçado. A não ser que a empresa seja muito pequena, é provável que os currículos sejam recebidos por um setor de protocolo, repassados a alguém que vai colocá-los em uma pasta e só então entregues ao avaliador – e o seu envelope, capa ou invólucro especial têm enormes chances de irem para o lixo nas primeiras duas etapas.
  • 5 – Não use fontes Times New Roman, Comic Sans ou uma fonte extravagante. A primeira seria adequada (não há nada de errado com ela), mas como é a fonte padrão de vários editores de texto, tem grande chance de ajudar você a parecer “mais um”. A segunda só é adequada para decorações de festas infantis. Escolha uma fonte clara, sóbria e com boa legibilidade. Experimente Arial, Georgia, Verdana. 
  • 6 – Nada de fontes microscópicas. Seu avaliador pode enxergar mal. Uma fonte bastante legível pode ser reduzida até no máximo 9 pontos. O ideal é não descer abaixo dos 10 pontos. Se a parte essencial do seu texto não couber na primeira página, não tente espremê-la reduzindo a fonte.
  • 7 – Use fontes em qualquer cor, desde que seja preto. O uso de fontes em cor cinza é um truque comum para reduzir o “peso” de uma página, mas existe um limite abaixo do qual ele prejudica a legibilidade. Prefira o preto, ou no máximo um cinza bem escuro (75% ou mais).
  • 8 – Sem decoração excessiva. Nada de desenhos, gravuras, ilustrações. Molduras e bordas também devem ser evitadas. Se for usar alguma cor (além do preto), limite-se a apenas uma, e apenas onde houver necessidade de destaque.
  • 9 – Fuja de papéis em formato estranho. Seu avaliador vai receber muitos currículos, e terá que guardá-los em um envelope ou pasta. Se o seu for muito grande, não vai caber. Se for muito pequeno, pode ficar solto, ou ficar entre 2 outros e nem ser lido. No Brasil, use sempre papel em formato A4.
  • 10 – Não imprima em formato paisagem. Ninguém quer virar o seu currículo de lado para ler, especialmente se ele estiver grampeado a vários outros, ou fixado em uma pasta. Arranje outras maneiras de ser diferente ;-)
Essas são apenas algumas dicas, você pode personalizar seu currículo de forma que lhe agrade mais, mas não esqueça do bom senso. Ah, em alguns casos pode-se também acrescentar uma foto, de preferência 3x4(foto de documento) do lado direito do currículo.
liamelquides
Efetividade.net.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Curriculum_










quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Inscrições para o Projeto da Pasta - Escola de Tempo Integral -2012


Projeto da Pasta - Escola de Tempo Integral
Edital
Inscrições de Docentes e Candidatos à Contratação para o Programa
Escola de Tempo Integral
A Dirigente Regional de Ensino da DER Leste 1, nos termos da legislação em vigor, em especial aResolução SE Nº 93/2008 e a Resolução SE Nº 05/2011, comunica a todos os Docentes e Candidatos à Contratação, inscritos para o Processo Regular de Atribuição de Classes e Aulas - 2012, que as inscrições, para as Oficinas do Ciclo II do Ensino Fundamental, das Escolas de Tempo Integral, jurisdicionadas a esta Diretoria, para o ano letivo 2012, serão realizadas nos termos deste edital e das demais normas estabelecidas pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
A Inscrição é única e valerá para as Unidades Escolares desta Diretoria de Ensino, abaixo indicadas e as que vierem a participar do Programa.
  • EE Deputado Raul Pilla
  • EE Esther Frankel Sampaio
Poderão se inscrever para o Projeto Escola de Tempo Integral
  • Docente Titular de Cargo, para Carga Suplementar de Trabalho
  • Docentes pertencentes as Categorias P ou F
  • Candidatos à Contratação.
A Comissão de Avaliação, composta pelos Diretores das Unidades Escolares participantes do Projeto de Escola de Tempo Integral e seus respectivos Supervisores de Ensino, se responsabilizarão pela Classificação e Atribuição das aulas das Oficinas Curriculares.
I - OFICINAS CURRICULARES E HABILITAÇÕES NECESSÁRIAS
Na Atribuição de Aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo Integral, serão observadas as seguintes habilitações:
a) Orientação para Estudo e PesquisaDiploma de Licenciatura Plena em qualquer componente das atuais matrizes curriculares ou de licenciatura plena em Pedagogia ou Normal Superior, com habilitação em Magistério das Matérias Pedagógicas;
b) Hora da Leitura
Diploma de Licenciatura Plena em Letras com habilitação em Português
c) Experiências Matemáticas
Diploma de Licenciatura Plena em Matemática
Diploma de Licenciatura em Ciências com Habilitação Plena em Matemática
d) Língua Estrangeira Moderna – Espanhol
Diploma de Licenciatura Plena em Letras com habilitação em Espanhol
e) Informática Educacional
Diploma de Licenciatura Plena em qualquer disciplina, comprovando formação, conhecimento e proficiência na área de Informática, preferentemente adquiridos através de cursos de capacitação desenvolvidos pelos NRTEs das Diretorias de Ensino
f) Atividades Artísticas
D
iploma de Licenciatura Plena em Artes / Educação Artística
g) Atividades Esportivas e Motoras
Diploma de Licenciatura Plena em Educação Física
h) Saúde e Qualidade de Vida
Diploma de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas
Diploma de Licenciatura em Ciências com Habilitação Plena em Biologia
Diploma em Licenciatura plena em História Natural
i) Filosofia
Diploma de Licenciatura Plena em Filosofia
j) Empreendedorismo Social
Diploma de Lic Plena em Ciências Sociais
Diploma de Lic Plena em Estudos Sociais com habilitação Plena em História ou Geografia
Diploma de Lic Plena em História
Diploma de Lic Plena em Geografia.
II - CRITÉRIOS E REQUISITOS PARA A SELEÇÃO
  • Atendimento integral ao perfil do profissional exigido pelas características e  especificidades da(s) oficina(s) curricular(es) a ser(m) atribuída(s);
  • Análise, pela Comissão de Avaliação, do currículo do candidato, que  avaliará as ações de capacitação vivenciadas, o histórico das experiências bem sucedidas, quando for o caso, a pertinência e a qualidade da proposta de trabalho apresentada  e os resultados da entrevista individual por ela realizada.
III - DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A INSCRIÇÃO
A - Comprovante de Inscrição
  • Comprovante de Inscrição para o Processo Regular de Atribuição de Aulas 2012, para a DER Leste 1.
B - Documentos Pessoais
  • RG e CPF (Originais e cópias)
C - Documentos Escolaridade
  • Concluintes de Cursos de Licenciatura Plena, até 31/12/2009, deverão apresentar o Diploma Registrado e o Histórico Escolar (Originais e cópias).
  • Concluintes em Cursos de Licenciatura Plena em 2010 ou 2011, se não possuírem o Diploma Registrado, deverão apresentar Certificado de Conclusão e Histórico Escolar (Originais e cópias)
D - Demais Documentos
  • Currículo, demonstrando experiência na atividade a ser desenvolvida, em especial a adquirida em atuação anterior no próprio Programa.
  • Proposta de Trabalho a ser desenvolvida na Oficina para a qual se inscreve (Os interessados que se inscreverem para mais de uma oficina, deverão entregar uma proposta de trabalho para cada uma delas)


IV - ENTREVISTA
  • Os inscritos serão convocados para entrevista em data a ser definida pela Comissão de Avaliação.
V - CLASSIFICAÇÃO
  • Os interessados serão classificados na ordem inversa do total de pontos obtidos através da soma: Avaliação do Currículo e da Proposta de Trabalho (0 - 10 pontos) + Entrevista (0 - 10 pontos). Os candidatos poderão atingir o máximo de 20 pontos.
  • A Classificação dos Candidatos a serem admitidos no projeto estará disponível no Site da DER Leste 1: http://deleste1.edunet.sp.gov.br, em data a ser divulgada oportunamente.
VI - ATRIBUIÇÃO DE AULAS
  • O cronograma de Atribuição de Aulas e o local onde a mesma será realizada, serão divulgados oportunamente.
VII - RECURSOS
  • Os recursos, deverão ser protocolados junto à Diretoria de Ensino Região Leste 1, até dois dias úteis após a publicação da classificação.
VIII - INSCRIÇÕES POR PROCURAÇÃO
  • Além dos Documentos do Interessado indicados neste Edital (originais e cópias), o procurador deverá apresentar seu RG (original e cópia) e o Instrumento de Procuração (original) com firma reconhecida do interessado.
IX - PRÉ INSCRIÇÕES
  • Os interessados deverão enviar através da Internet, até as 23:00 horas do dia 24/11/2011, sua pré inscrição.
  • Envie um formulário para cada Oficina Curricular em que pretenda inscrever-se.
  • Para acessar o formulário de pré-inscrição clique aqui.
X - ENTREGA DOS DOCUMENTOS
  1. Os Documentos deverão ser entregues junto a Comissão de Atribuição na DER Leste 1, à Rua Caetano de Campos 220 - Tatuapé - São Paulo, nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2011, de acordo com o agendamento indicado na pré inscrição.
  2. Será cancelada a pré-inscrição do interessado que não apresentar os documentos para formalizar sua inscrição, dentro do prazo estipulado.
XI - Este Edital poderá ser alterado em parte ou no todo conforme estabelecer a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.


São Paulo,
 01/11/2011